PonteCast #40: Morte e cegueira, as violências cometidas pela PM

 

Morte e cegueira, as violências cometidas pela PM

Edição #40 do PonteCast traz diferentes casos de violência policial, desde quatro mortes em São Vicente, litoral sul de SP, até cegar uma jovem na periferia de São Paulo

Como o braço armado do Estado pode violentar sua população? No episódio #40 do PonteCast, os repórteres Arthur Stabile e Paloma Vasconcelos contam quatro casos em que mortes, cegueiras e até desaparecimento têm PMs como principais suspeitos. Este capítulo conta com a participação do advogado Ariel de Castro Alves, conselheiro do Condepe (Conselho Estadual de Direitos da Pessoa Humana) de São Paulo.

De começo, Paloma detalha a morte de quatro pessoas em São Vicente, descoberta pela Ponte após um vídeo nas redes sociais mostrar dois policiais jogando uma pessoa na água do Dique Do Caxeta. Indo ao local, a repórter descobriu se tratar de um rapaz de 16 anos e que a namorada, de 15, estava grávida. Ela traz detalhes de que os PMs chegaram atirando e fizeram ameaças de morte a quem divulgasse vídeos das ações.

Outro caso fatal envolve Jean Jhonatan da Silva, na favela do Caixa D’água, no Cangaíba, em Ermelino Matarazzo, zona leste de São Paulo. Ele teria tido uma discussão com a mulher e a polícia chegou atirando 5 vezes em seu peito. A repórter traz o que ouviu de familiares e vizinhos quando esteve na quebrada.

Para finalizar, dois casos com adolescentes: primeiro Gabriella Talhaferro, cegada por uma bala de borracha disparada pela PM. Além de ser agredida e perder a visão, ela ainda foi ofendida, satirizada pelo PM, que negou prestar socorro. Ela teve de andar 30 quilômetros até conseguir atendimento.

Outra vítima é Lucas Santos, 14, que desapareceu, segundo relatam os seus familiares, após uma abordagem policial em Santo André. O repórter Paulo Eduardo Dias conta esse drama dos parentes e amigos da favela onde o jovem mora, na periferia da cidade do ABC Paulista. São três dias sem saber o paradeiro do garoto.

Liga o som e saca só!

Participaram deste episódio do podcast: Arthur Stabile, Paloma Vasconcelos, Paulo Eduardo Dias e Ariel de Castro Alves.


PonteCast: toda a semana, a equipe de reportagem da Ponte.org aborda os principais destaques da cobertura de direitos humanos, com ênfase em justiça e segurança pública, além de dicas culturais e entrevistas.

Ficha Técnica:
Apresentação: Arthur Stabile e Maria Teresa Cruz
Arte: Junião
Edição: Diego Mesa Marquez


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Transcrição do episódio


Finalização, publicação e feed do podcast: Diego Marquez
Coordenação geral de podcasts: Cairo Braga


Imagens do Episódio:

 

 


Transcrição livre do episódio para PcDs

Obs: A transcrição livre é feita automaticamente pelas ferramentas que foram disponibilizadas para a Rádio Sens. Está em fase experimental e neste caso não fazemos correção, adequação e revisão do texto. O texto portanto é corrido, conforme a máquina o entende, estamos trabalhando para melhorar essa transcrição. O intuito é ajudar PcDs com problemas de audição e/ou deficiência auditiva.

Salve, Salve, onde quer com a sabe e maria tereza cruz salve salve ouvir do podcast sou arthur Stabile e estou com Paloma Vasconcelos em mais uma edição, essa de número quarenta você porque a gente tem essa mania de achar números redondos legais né falou quarenta são quase cinquenta né daqui a pouco serão números fecharam o celular aí que gosta dessa graça né então são quarenta semanas com vocês ouvindo aqui nossa voz como sempre falo voz de pato pato rouco enfim estranha que eu tenho mas lembre-se temos desde esse começo de esquece a essa com a gente sem vocês a gente não saía nada do que nós fazemos e falamos até chamei você mais meios que chama errado né poder ter o direito aqui né na salve galera como vocês tão prontos pra nós aí já comecei o podcast né parabéns pra mim vamos lá o exercício de imaginação aqui com vocês né imagina que você tá na sua casa cê começa a ouvir os balões meio estranho as pessoas correndo tiros também tiver estranhar né aí eu tivesse uma janela vê dois policiais uma braço pra trás o outro depois dele eh mexendo muito à mão eh conversando você começa a gravar a cena você num faz acontecer por garantia cê puxa vai falar vamos ver no que dá né eis que alguns segundos depois dois policiais aparecem na imagem carregando um corpo e ele simplesmente simples esse corpo que joga no córrego isso foi uma cena que aconteceu de verdade não é simples exercício de imaginação como eu comentei pra vocês foi algo real que aconteceu em são vicente aqui no litoral paulista o litoral sul eh na quebrada de são vicente né é importante ressaltar porque ele num imagino isso no numa praia de santos foram exemplo ou do guarujá né cidade que tem um pouco mais de condição nesse sentido né eh essa equipe caso chamou a atenção a gente deu no sábado eu fiz essa matéria inicial eh praticamente só um outro relato do morador que as pessoas falam muito de falar e no próprio dia dos policiais já foram afastados só que a gente não sabia também que aconteceu então paloma vasconcelos escaladas para ir a são vicente lá no do que foi a primeira informação cliente pede e depois a outra região totalmente mas ali na na mesma área e antes deu ficar falando coisa que eu não sei eu espero que falou faz o melhor que eu né como que foi lá então exatamente essa eficaz que você curtiu colher da das pessoas que viram tudo dessa ação policial isso mesmo na terça-feira agora fui lá pro são vicente que evolui né a galera ainda tava com muito medo de falar e é explicando mais ou menos como é região realmente foi no dia que do caxeta mas é um lugar chamado complexo dos vídeos então a treta mesma começou do lado esquerdo dessa comunidade da favela que é chamada como dique do você passa por um corredor super estreito os moradores chamam de bacon aí você passa pelo bem que você tá num liquido caxeta que foi onde o policial militar jogou esse menino que era um menor então na sexta-feira era de tarde era três horas da tarde a galera tava todo mundo ali que bem pertinho ali nesse pique do carro tem um campo de futebol onde os meninos cara de lazer aqui no lugar a única área de lazer um lugar muito abandonado muito abandonado mesmo você tem que desviar dos turistas pra andar nessa quebrada por exemplo e eu que sou de quebrado até fiquei assim expansão de ver como realmente abandonado esse espaço seria mesmo certo é fixe demais na realidade então o único lugar que ele tementão a maioria desses meninos que foram mortos que tavam ali por causa daquele campinho que sempre tem as coisas e muitos eram moradores né e aí o uma testemunha que conversou comigo nenhuma das testemunhas fizeram dar o nome pra vocês sentirem como que tá sente o negócio lá eles tão com muito medo mesmo tanto que a segunda matéria saiu com uma das frases que falou  população né quem postar vídeos vai morrer eles chegaram lá depois porque esse vídeo viralizou nas redes sociais no site da ponte muita bombada do policial jogando e feminino no canal então a polícia chegou lá no dia seguinte chegou o celular de alguns e falou tem que ver outro vídeo a gente vai voltar aqui vai matar todo mundo então eles pegaram e analisar o celular pegaram e não devolveram não devolver e aí esse clima que tem fora isso né tanto que a esposa de uma das vítimas que era o único maiores de idade josé marca mais conhecida na quebrada como que ela também não fez identificar ela contou pra gente se ela vai tentar pedir pelo amor de deus implorar pros outros moradores quem quiser vídeo julgar porque quanto mais informação melhor bloquear fica muito difícil porque isso né todo mundo ali falaram que eles vieram aqui mataram fatos durante o dia eles podem voltar e matar mais prum climatizar bem assim e eles conseguiram explicar o que é exatamente falou naquele dia porque esse vídeo não contou muito pra gente né com todo o lixo mas o que rolou então os meninos tavam nesse campinho de futebol né a galera que a gente almoçando gente na rua as pessoas numa sexta-feira a tarde numa vc e essa mesma testemunha que conversou comigo que eu falei mais cedo ela falou que o pessoal assim a polícia já chegou do outro lado já tirando do campinho que é então foi nesse vídeo do carro ninguém dizer o que que aconteceu mas a polícia chegou atirando sem explicação alguma e ai ficou preferindo a galera então eles conseguiram em vinte e quatro pessoas né quatro pessoas vieram a óbito e tem uma testemunha que tá viva ela conseguiu sobreviver mas também não tá mais na região é o menor de idade desses quatro modos três eram menores de idade o menino que foi jogado fim de ano só a esposa dele tentei falar com ela mas ela tá grávida tem não ele tem dezesseis ela tem filho ela tá com muito medo de falar porque é isso né ela tá grávida então imagina ela vê marido dela sendo jogada daquele jeito no córrego que a maioria também por exemplo a esposa do que foi a melhor tá rolando na hora porque eles não moram lá ele falou que aquele espaço aquelas vezes aquele time de futebol então ela veio corrida onde ela mora e aí que ela chegou e a irmã dele eu comecei também de ouro ela relata que ele não conseguiu se ocorrer a polícia tá me impedindo a passagem dos familiares pra não ter que socorro mesmo então isso é uma violência teve uma obrigada totalmente o joelho tem duas irmãs né essa que falou uma outra que é profissional da saúde ó trabalha com enfermeira e ela falou eu preciso que ocorrer meu irmão e a polícia ela ligando pra ambulância desesperado e ambulância falou a gente só vai conseguir mandar uma viatura quando a polícia autorizar deixa eu falar pra polícia aí ela tentou falar com os policiais que tavam lá eles falaram que não iam deixar o atendimento na hora que ela tava pedindo demorou mais uma vez eles falaram bom não precisa mais de ambulância porque todo sua morte então todos eles têm sido muito que estavam esperando esses meninos que morreram pra deixar a ambulância entrar nessa favor o fato que eu lembro dessa sua matéria que além de não deixar o socorro entrar perícia local não foi no local até o dia que eu fui ar-condiciona sexta-feira fui na terça-feira cinco dias depois não tinha perícia uma o pessoal acaba encontrando alguns projetos né tanto que quando eles me levaram o pessoal me levando todo o caminho né onde começou no campinho passei pelo beco com ele de fila no líquido cacheia só que como choveu muito de sexta-feira pra que eu fui eu não consegui realmente chegar aonde o menino foi jogado porque a subiu muitas casas são de palafita né então eu subi mais um pouquinho mais pode ter um alongamento muito fácil ali imagina como vai ser a investigação desse caso né vai ser no máximo é que a as próprias pessoas coletaram o outro vídeo eles fizeram para além disso quem recebeu mas a perícia em si não tem nenhum elemento não vai ter eles mesmos moradores tão assim pericia no domingo não veio até agora e uma coisa que eles ficaram muito assustados é que é isso né não teve perícia e a polícia tirou os corpos foi política de quatro corpos desses meninos que tinham morrido ele um ambulância então mexeram totalmente ali naquela cena pois vamos começar sobre essa ação nessa esse vídeo que a gente recebeu e também e detalhes que a forma com toda a população lá a gente convidou olhar o castro alves que é construído com o conselho estadual de defesa dos direitos da pessoa humana aqui são paulo na última semana a reportagem da ponte jornalismo revelou um caso muito grave que aconteceu em são vicente no litoral paulista foram quatro jovens mortos três deles são adolescentes tem menos de oito anos um desses adolescentes após ser baleado ao invés de ser socorrido como deveria inclusive nesse caso os policiais praticaram a omissão de socorro e tentativa de ocultar o próprio cadáver desse adolescente então socorrendo jogaram ele num córrego da comunidade então esse caso demonstra e exemplifica a escalada da violência policial nós temos cada vez mais os policiais de são paulo agindo com uma verdadeira licença para matar licença essa carta branca essa que foi dada pelo próprio governo do estado de são paulo através de várias declarações do governador joão dória também com decorações que o governador realizou para militares envolvidos no malcolm com mortes de civis em guararema e outras afirmações do governador dizendo que pagaria os melhores advogados para que os policiais se de punição em casos que envolvam a morte pessoas geralmente temos aí nesse caso também os indícios são muitos de que esses policiais eh teriam aí executado esses jovens que não teria ocorrido confronto conforme os moradores do local e os milhares dos jovens é necessário que a corregedoria e a polícia civil eu pareçam esses fatos ocorridos em são vicente e que esses policiais respondam pelos abusos que foram praticados agradecemos a participação do ariel e vamos agora puto que querendo ou não é muito que minera esse envolve o mesmo tema outra morte provocada pela polícia mas dessa vez aqui na zona leste da capital paulista foi no no bairro matarazzo extremo leste da capital região bastante pobreplanta da silva ele foi morto com cinco tiros no peito eh segundo relato das testemunhas que acompanharam essa ação policial né policial teria atirado antes mesmo de conversar com com o jean é paloma você também que fez a cobertura do mercado e conta um pouco mais de detalhes que buraco de doar esse caso é bem parecido com casa dos meninos né e foi no dia no fim na sexta-feira lá em felicidade produzir as testemunhas que aconteceram na emissão simples tô sabendo no sábado são vicente o jean ele foi morto na terça-feira passada então tem aí nove dias do sorriso ele foi morto e na verdade é no cangaíba né um local lá matarazzo mas é mais pobre ainda cangaíba e aí a favela onde eles moravam é a caixa dágua dentro da região pobre de uma região mais pobre aí e segundo o relato da esposa dele a suelen que conversou comigo e testemunhas que não quiseram se identificar o jean assim começou assim chegou pra o que circulou por aí identificado é que era uma briga entre marido e mulher a polícia teria chegado pra poder acalmar de a suelen com uma arma aí a polícia entrou ele atirou na polícia e aí aconteceu essa manga seriam revisado tiroteio e teria sido recorrente não mostra decorrente de uma vida tiver difícil aqueles usados quero uma tentativa de feminicídio a senhora me falou que não teve nada disso realmente houve uma conversa uma discussão entre o casal mas ela enfatizou várias vezes que era uma discussão normal eles falam discutindo porque chance do preso ficou quinze dias preso saiu na segunda-feira segunda-feira que foram aproveitar o momento de casal que quinze dias longe deixaram a suelem deixou as filhas deles eles tem duas filhas uma de cinco e uma de dois anos na vó no domingo pra poder buscar o jana na saída do presídio linda cesta que eles voltaram pra buscar iam buscar as crianças né como uma discussão a flávia eu queria que eles fossem logo buscar a criança as crianças e o cheque ele sempre dá uma baixa nessa papelada da saída dele não poderia dificultar e aí essa  ela falou que não teve elevação de volta foi uma discussão mesmo uma conversa ali entre os dois aí nisso o jean teria pegado numa arma que ele fica em casa que a área infantil também que estava sem bala a flor que eu sei que a nossa embala porque eu tirei as balas deixa a arma e aí ele saiu da porta dele a casa deles ela dá você consegue ver quem tá descendo tem uma vista bem bem boa ali da da quebrada né da descida que tem ali na favela e é nisso a polícia já chegou a tirando todas as testemunhas de início atuarem também dianta lá na porta da casa dele quando ele viu a viatura defende ele colocou arma no chão e a polícia te parou cinco tiros e aí começou uma confusão né porque também foi a tarde também tinha um monte de gente na rua manter que amanhã me contou que pertinho ali dele coisa de menos de cem metros são três crianças sentadas brincando na rua poderia ter pegado nelson disparo é todo mundo começou ajeitar foi um vídeo espero na hora e assim como são vicente a polícia também as pessoas também a minha foi todo mundo tá com muito medo da suelen que agora não é uma mulher que tá sozinha com dois filhos e tem filhos na porta dela né sem marcas assim duas marcas na porta da casa dela e todo mundo tá com medo então tem pouco tempo que eles são moravam nesse lugar cinco quatro meses mas ela já conseguiu criar um pouquinho então né pessoas ao longo do dia dum lado tá ela que a suelen é dona de casa então não trabalha fora cê tá explica um pouquinho melhor esse medo eh você tinha ido o dia o dia anterior fazer essa matéria num tinha conseguido avançar justamente nesse mês das pessoas exata que essa pauta chegou pra gente na real uma um protesto que devido aos moradores né aí realmente ermelino matarazzo uma ser feliz dez quinze minutos do local onde eles moravam em onde o jean foi morto que a população teria tirado o fogo num ônibus e a gente sabe que quando a população faz isso é porque a morte injusta então me mandaram pra lá na quinta-feira justamente pra entender o que que tava com sendo um protesto pra chamar atenção né é quando tem a queimada de ontem e falou que eu tava lá tem que ir na região pra ver o que que aconteceu né exatamente e aí quando eu cheguei ele tava assim todo mundo com muito medo mesmo e rolou dois tipos de ameaças né por por conta desse ônibus que pegou fogo alguns meninos lá que moram ali perto da onde foi que numa escola bem na frente na hora que ônibus pegou fogo acabou queimando pode ver as colocações baseada na madrugada a polícia militar segunda testemunha querido lá dado um quadro bem violência nos meninos que eles criam saber quem se achou então aí começou a atenção então quando eu cheguei na quinta-feira na quarta noite eu cheguei na quinta-feira ninguém queria falar referente a ameaça de morte né teve publicação que vocês vão falar e vou botar matar vocês exato e aí foi justamente esse menino pura coincidência foi esse menino crescido ameaça que encontrei ele num bar ali perto da escola ele tava com muito muito medo mesmo de falar falou não eu não vou falar com a imprensa não sei questionei ele mais algumas pessoas ali da região da escola se eles conheciam de ano e as pessoas falavam vista mas não conheço ela tava todo mundo com muito medo de falar aí a gente acionou a rede de proteção e resistência contra o genocídio que uma pessoa que morava ali na zona leste então essa pessoa veio me acompanhou e esse mesmo meninopor que que a gente veio qual era o motivo da nossa presença ali naquele território vou falar pra gente onde a gente conseguiria informações sobre o juliano isso a gente foi um pouquinho nas ruas pra baixo encontrou uma galera que era realmente amiga do jean porque ele morava no cangaíba né mas era ali também que eles tem os amigos ali que ele ia eles dele aí esse amigo do jean pegou a gente até no dia seguinte voltei lá pra fazer essa entrevista então todo mundo com muito medo mesmo e só rolado essas entradas assim quando a gente conta um pouquinho mais do trabalho da ponte e a importância de denunciar e aí chegando lá na sexta-feira na casa da suelen teve uma hora que quatro testemunhas tava todo mundo assim elas faltaram né tudo que aconteceu como que estava esse medo e o maior medo delas é que a polícia volte lá não sei maquiar suelen aconteça alguma coisa pra alguém da região e no dia da morte do jean também rolou uma ameaça na delegacia e todo mundo fala né que além do desse policial eram policiais nessa primeira viatura da polícia o homem uma policial mulher foi esse o policial o homem que fez o disparo e ele na delegacia depois ele passava pela suelen dando risada e aí são duas testemunhas lá uma uma testemunha ele teria falado pra ela e pra mãe dele que estava do lado ó era seu tecido você ainda falou pra mim ele não era pra ter sido seu filho mas hoje não foi então rolaram várias ameaças do começo ao fim dessa história e toda sexta-feira com muito medo né porque pode acontecer com a suelen em torno de uma hora alguém vai lá tá indo deixar o filho na creche passa pra ver como a suelen tá tá voltando do mercado eu passei pra ver chega de trabalho pra ser pra ver agora ela tá comendo medo também dos vídeos né porque inicialmente seria o tempo parece que tem um vídeo que a gente não conseguiu acessar porque a polícia chegou lá no mesmo dia que o meu foi morto a polícia tirou ah uma casa na casa deles tem uma câmera do lado de fora então eu vejo que o momento do da morte mas a polícia já câmera eles vão embora então e parece que tem também outros vídeos que os moradores fizeram mas tá todo mundo com muito medo dessas imagens e prejudicar depois e aí o que não foi levado pela polícia militar que já foi com a suelen testemunhas dia antes deu ir lá na quinta-feira à corregedoria foi lá e levou todas as imagens também então a própria não tem marido que aconteceu não tem como ela mostrar que realmente o jean não atirou não teve um repelente não houve um tiroteio nem nada bom melhor do que eu assim como eu já falei com paulão modelo explicar melhor eu quero saber como que ele encaixa o segundo caso né que é bastante de são vicente mas segundo as nossas diferenças casa nova a violência da polícia que tem sido bem bastante recorrente em são paulo desde joão doria do psdb assumir o governo certo um outro caso revelado com detalhes na última semana pela ponte jornalismo foi sobre a morte do jovem ele foi alvejado por policiais militares com cinco tiros na porta da sua casa segundo a esposa e também outras testemunhas vizinhos eles não teria reagido numa abordagem policial e os policiais já chegaram atirando além da morte a família tem que conviver com as difamações calúnias injúrias com relação à pessoa que foi assassinada é uma  é corriqueira dos maus policiais militares acusaram as suas vítimas de serem criminosos de serem pessoas perigosas muitas vezes até inventando situações inventando supostos crimes que a bateria praticado e que depois a pessoa teria se confrontado resistido a prisão trocado tiros geralmente são situações em que dizem que houve troca de tiros mas nenhuma viatura é atingida por disparos nenhum policial fica então é uma troca de tiros imaginária fantasiosa e muitas dessas situações então são situações de resistência em que eh policiais então acabam aí tentando ficar impune quando a pessoa que foi morta por uma possível resistência então nesse caso que acaba ganhando geralmente as os jornais como se fosse mais um bandido morto a ponte jornalismo revelou o outro lado da história tirou da invisibilidade mais um caso de uma pessoa que teria sido executada de forma gravíssima pela polícia militar de são paulo e a gente teve a novidade porque um caso que a gente encontrou na semana passada que foi a prisão do rafael ribeiro quero que recordam foi o ajudante negro que ele foi preso ele tem provas que ele tava no mercado mas tá sendo acusado e roubar o celular de uma garota de dez anos né lá no parque da independência ele tem imagens que na hora do crime ele tava no mercado e no no parque e aí o que que aconteceu descobrir o que aconteceu quem descobriu que a pessoa que o acusa inclusive nós temos um novo vídeo mostrando o rosto dessa pessoa trata-se de um policial militar né exato a gente descobriu que essa pessoa que aparece no vídeo acusando o rafael inclusive ele que dá o relato pros prêmios que chegam depois é o cabo paulo lombardi e aí cabo ele é a pessoa que fala pros policiais que aconteceu ele é uma testemunha do que tá acontecendo certo né e ele fez um relato que chegaram mas uma coletiva corrente nenhum momento o nome paulo aparece não deu é o paulo ele é namorado da vítima né da mulher que cuja filha deve chorar roubado ele que segura não exatamente fisicamente o rafael né ele pressionou cê vai te esperar aqui ele fala isso em momento algum eh aparece o seu nome no no registro da ocorrência né eh curioso bastante curioso mas a gente conversou com especialistas achou ainda mais estranho essa não presença de nome algumas falou isso não tá previsto na lei isso é constatado que foi algo proposital no estádio nome aí já configura algo errado tá comentaram que por mais que a gente não soubesse que o paulo eram na hora o jeito que ele age com rafael é o jeito que tá polícia tratar né e acho que isso é um caso bem curioso também desse vídeo que a gente tem no nosso youtube tem no site da bolsa é que nenhum momento ele segura o rafael mas o papel se a inscrição que esperava e atura chegar pra resolver e também acho que mostra bastante inocência do rafael e essa é a pessoa que por exemplo sim que tá ao redor né o paulo além dele não deixar ela passar ela embora e ainda assim as pessoas que tão redonda vagabundo de lixo tanto o rafael e outra pessoa que segundo ele queria participar né outro lixo lá porque você ameaça nós dividimos bater isso aqui é uma proteção tá aqui ó tá me xingando ó eu num ameaçar a gente batendo eu só perguntei passado aí aí ó só isso cê tá alterado de me filmar não vou parar de filmar vítimas desse roubo pra entender melhor um pouco desse lado explicou que eh a viralização desse vídeo tem feito muito mal pra ela porque ela tem gente que eu fiz ameaças por facebook tanto se ela não não tá saindo de casa ela ia fiz com medo disso ela fala tô sendo acusado de ter de forma alguma pista inclusive o filho ou inclusive o pai da filha dela é negro e ela fala que isso comprova que alguma racista ela diz que vai tomarcontrito o direito dela eh nós demos o seu devido espaço numa segunda reportagem está lá em ponte ponto org tão interessado só acionar lá liga e dá um clique pra ver os argumentos da mulher eh nós fizemos questão de contar também a visão dela.
o quilo da direção dele e afetou dela cheio além da violência o policial a ofendeu negou a prestação de socorro ela teve que pisar que andar trinta quilômetros da zona leste de são paulo zona sul pra conseguir atendimento passou por três hospitais e ainda ouviu o policial rindo da cara dela atuando da situação dela ter ficado cega de um olho eh eficaz também foi coberto pelo padre eh e a gente pede pra vocês evitarem ponte ponto org tem fotos eh apesar de sejam bem a violência que foi seu filho pela tabela fipe sou repórter fotográfico daniel arroio e mais uma violência né paloma eu não lembro agora mas tanta falta descobrir essa semana já tá embaralha quem falou que eu vim falar essa semana que a gente nem tô falando mais em violência oficial né deu limitado e acho que esse caminho é gabriela mostra muito isso porque além dela deixar a violência por um agente do estado ela chegou no hospital e também não teve atendimento então é uma série de coisas que acontece a pessoa além dela sofrer ali na hora ela não consegue socorro e mais uma vez né assim como aconteceu com a família do jean os policiais caramelo nessa situação por violência delegacia mas pelo relato dele da mãe a kelly ele elas foram prestar essa ponte né foram registrar a ocorrência de lesão corporal e abuso de autoridade o delegado ficou questionando de fato a menina sabia bem do que ela tava eu não sabia exatamente o que fez vieram ser feito nada pros policiais que aquela reação e principal chama mais atenção da garota não sabia que aquele lugar que ela estava que é perto da própria delegacia de um batalhão tão sabia que aquele lugar é um ponto de droga me chamou mais atenção ainda a resposta que ela falou jaque aqui então  droga como assim é do lado da delegacia e você vê com vidro aí o delegado tá muito exaltado então além da violência física violência por falta de saúde o atendimento é sempre até violência de questionar o que a a pessoa sofreu por parte da polícia então ela está o começo meio fim violento pra uma história bom gente agradecemos demais a sua parceria a sua audiência pedimos por favor pra você ir lá catarse ponto me barra construa helaine ponte uma força pa nós inclusive mais do que nunca né tem que tá sofrendo muito o nosso site que essa semana foram tantas coisas tantas coisas absurdas que nosso chefe tá caindo porque sim tu também tá acontecendo ele se dobrar esses servidores esses dados então quanto mais você conseguir ajudar agora com a tarde melhor vai ser pra gente pra todos nós até dar esse alerta né quem tentou acessar o site da ponte na quinta e na sexta-feira e pega um pouco de estabilidade calma não foi nenhum atacado nada a ver de fato foi o grande acesso nossos servidores infelizmente não tavam tão eh preparado e preencha eh esse que saúde de acesso ao mesmo tempo e como é fato a gente eu tenho rosto a tudo e a gente agradece demais se vocês puder contribuir só dez como cês falta da semana jael uma ajuda gigantesco mas quem puder ajudar 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quebrada então tem muita coisas luta mas tem um pouquinho do som dele e agora no fim de semana no sábado vai ter a final do futebol feminino são paulo corinthians e são paulo né porque vai ser paulista final do paulista e assim uma notícia boa pra quem curte futebol feminino cinco horas os trinta e cinco mil ingressos pro corinthians colocou a disposição esgotaram eu como corintiana roxa não vou porque eu não esperava que às cinco horas fosse botar mas acho que é uma coisa bem positiva que finalmente o futebol feminino tá sendo visto com vamos encher aquele estágio pra receber essa final fenômeno é só colar na hora de copa do mundo gosta menino que mais apoio o ano inteiro em todas as competições né ou que não haja um campeonato com isso é muito importante demais a gente vai ter a tamires contra a cristiane né duas pessoas da seleção brasileira que são excelentes jogadoras eu tô triste demais não poder ir mais feliz demais que vai ter trinta e cinco mil pessoas da fiel lá gritando todos os gritos pra ela fica aí a dica então galera quem puder comparecer prestigiar futebol feminino quem não puder dá uma olhada na internet mesmo que como acompanhar em tempo real e é isso a gente já desce mais uma vez eu faço questão sempre toda hora que eu posso os nossos ouvintes e leitores e até o próximo bispo número quarenta semana que vem quarenta e um monte é nóis conte a rua até a próxima galera

 

 

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