The Library is Open #119: Live, Work, Pose!

 

THE CATEGORY IS… POSE! Rodrigo, Thello e Cairo enaltecem o acontecimento televisivo mais incrível de 2018: Pose, uma série emocionante com um elenco predominantemente trans sobre as lutas da comunidade negra-latina-LGBTQ+ dos anos 80 nos EUA. Qual é a sua house? #HouseOfTheLibraryIsOpen

The Library is Open transmite ao vivo toda segunda às 21h na Rádio Senshttps://senscast.org

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1 thought on “The Library is Open #119: Live, Work, Pose!”

  1. Nossa, gente, quanto tempo sem comentar aqui, mais de um ano com certeza, mas esse seriado é tão bom que não pude perder o episódio.

    Vamos lá, fazer alguns comentários.
    Sobre a questão de coropo, vamos lembrar que padrões estéticos variam de acordo com o seu nível social. Pessoas de classes mais altas almejam um corpo mais delgado, mais estilo top model, enquanto o povão prefere um corpo bem arredondado e cheio de curvas. Isso no Brasil, mas parece a mesma coisa nos EUA.
    Quando eu vejo a Angel se perguntando sobre mudar o próprio corpo eu vejo muito mais como uma insegurança de sua feminilidade, passabilidade, ela pode colocar esse peso no Stan, mas no fundo é uma questão totalmente pessoal até porque ele nunca disse que prefere uma garota com corpão, isso só existe na cabeça dela.

    Eu não odeio o Stan, eu tenho pena dele. E não o vejo como o grande vilão que vocês veem, a Angel sempre soube a regra do jogo e aceitou, e depois não aceitou mais. Eu shippava muito os dois no começo do seriado, mas depois eu realmente preferi os dois longe, eles não fazem bem um para o outro. O Stan é um cara patético, as vezes eu acho que ele é trans também.

    Falando sobre boate, pode falar que é close errado, mas quando eu vou pra boate e isso é muito raro e tem anos que não acontece, eu quero estar no meio da bicharada, eu ODEIO ir pra balada gay e ter uma multidão de “amiga” que só vai pra balada gay pra caçar gogoboy, eu detesto ver aquele monte de hétero, as vezes, só de vez em quando eu gostaria de esquecer que hétero existe. Não estou falando das sapatas e nem das trans, mas mulher hétero que vai pra balada gay pra caçar macho me irrita profundamente (lógico que tem um pouco de recalque no meio), sinto falta de ter um lugar só pra gente.

    Mas o pior comentário que eu preciso fazer sobre a série é: Precisava mesmo apagar as dragqueens? Será que as trans só conseguem brilhar se apagar todo o vestígio de não-binarismo? Quantas mulheres trans se decobrem através da arte drag? Por que que tudo que não é binário ofende tanto as pessoas trans? Quando vocês falam em genitalização é isso a primeira coisa que me vem à cabeça, quanto mais você se encaixa na heteronormatização, no binarismo, mais você se encaixa na política atual.

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