Documentário Stock, Aitken Waterman

O trio de produtores Stock, Aitken e Waterman, como SAW, brilharam nos 80s. A dupla de produtores Mike Stock e Matt Aitken era excelente e trabalhava exaustivamente em cada acorde, cada elemento da música, equalização, efeitos, reverberação, eco, equalização, tudo. Já Pete Waterman, sabia muito bem vender aqueles artistas e produções, era o empresário nato, no momento e lugar certos.

O documentário define o trio como os donos do pop dos 80s. É uma visão meio exagerada, já que havia pop muito bacana sendo feito em outros países como Alemanha, EUA e Austrália. No Reino Unido, ali do lado, tinha o Trevor Horn, a Factory Records, o Hacienda… Além disso, eles foram muito bem sucedidos no estilo Hi-NGR, não tendo influência muito forte em outros estilos proeminentes na própria Dance Music, como House por exemplo. Rock então, não passavam nem perto.

No entanto, o documentário é preciso ao retratar o clima de magia que eles criavam. Pessoas de todas as idades, queriam ser aqueles artistas, fazer parte daqueles vídeos. Já “os anos 90s foram um grande backlash para eles”, como descreve Kim Appleby no documentário.
As pessoas talvez perceberam que estar com um grande sorriso no rosto o tempo inteiro, ouvindo músicas chiclete, não as transformavam instantaneamente numa Kylie Minogue – por exemplo. O sucesso não perdurou e eles se separaram. O documentário tem uma narrativa forte nesse ponto, mostrando nos instantes finais, o fim do sucesso deles como fim de toda uma era, trazendo até um clima de nostalgia.

The Hit Factory é da ITV e tem a narração excelente de Suranne Jones. O destaque fica por conta da participação do Lamont Dozier – divo. Apareceu para nós durante as pesquisas sobre o trio Stock, Aitken and Waterman, que será tema do Programa do Kakate no final desta segunda temporada. Fiquem ligades!

 

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